Retornamos à sala, e foi solicitada uma reunião somente com a minha mãe. Como ela iria ficar com as crianças, a prefeitura queria ter a certeza de que ela estaria a par da tarefa. Só se esqueceram de fazer perguntas pertinentes. Ela foi questionada sobre acreditar na minha palavra, em vez da suposta palavra dos meus filhos, questionada sobre nunca ter vindo à Dinamarca antes, questionada sobre o que iria acontecer caso caísse de uma escada. Se antes eu tinha dúvidas quanto à competência da prefeitura, a esta altura eu já tinha dúvidas se eles sequer sabiam soletrar os próprios nomes.
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